[Missão] Assassinos à Solta

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[Missão] Assassinos à Solta

Mensagem  Damian O'Briann em Dom 05 Ago 2012, 19:41

A casa de acolhimento não tinha muito dinheiro e as instalações eram de péssima qualidade. A pintura das paredes era de um branco amarelecido pelo tempo e estavam muitas partes de parede nua à vista. Parecia haver muita humidade e Damian ficou surpreso por ainda não terem fechado o sítio.
Luke e Edward tinham ficado a andar pela cidade e Damian tinha-se vindo apresentar ao "trabalho". Ia ficar a viver num hotel de três estrelas ao pé da casa de acolhimento e começava a trabalhar no dia seguinte. No entanto, tinham chegado novas informações sobre a missão e Damian foi buscar os querubins para lhes falar das actualizações. Tinha tido o máximo cuidado para que ninguém os seguisse nem o vi-se com os dois rapazes. Estavam agora num beco situado numa rua pouco movimentada.
- Muito bem, vamos fazer isto rápido. Chegou-me informação sobre um dos recrutadores dos Assassinos. O nome dele é Anthony Summers e trabalha num colégio como professor. Tem 46 anos, olhos castanhos e cabelo preto cortado à escovinha. Pesa cerca de 79 quilos e mede à volta de um metro e setenta. Façam por o impressionar mas não se esforcem demasiado. Se tiverem que fazer alguma coisa, façam-na perto do trabalho ou da casa dele, que está a norte do colégio.  Está toda a gente de férias por isso ele só deve ir ao trabalho se tiver reuniões. Perceberam? - os dois rapazes assentiram. Apontou para o muro de dois metros e meio que fazia de barreira, criando o beco. - conseguem saltar aquilo, presumo. - esperou pela resposta. ambos confirmaram. - Então pronto, siga! E não se esqueçam, não me conhecem.

Eram 23:34. Estava na cama do hotel. A sua constipação estava cada vez pior e Damian já tinha dificuldades em manter-se em pé sem ter tonturas. Parecia que tinha que chamar alguém para o substituir.

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Re: [Missão] Assassinos à Solta

Mensagem  Edward Keys em Ter 07 Ago 2012, 00:10

Os dois querubins saltaram o muro e passaram por ruelas e ruas estreitas, com garrafas de cerveja a rolar pelo chão e lixo junto dos prédios cinzentos de cada lado da rua, que deixava um intenso mau cheiro no ar. As ruas deram lugar a espaços mais abertos e edifícios mais estreitos e altos e até a um jardim, uma zona conhecida pelos dois rapazes que resolveram ir em direção à escola e estudar o local de trabalho do seu recém descoberto alvo.
Até ali ambos os querubins tinham-se mantido silenciosos, fazendo apenas alguns comentários e observações de tempo a tempo e Edward resolve-o saber algo mais sobre o seu colega de missão.
-Parkour, hein?
Luke acenou firmemente com a cabeça e pareceu esboçar um pequeno sorriso.
-Eu próprio támbem faço Parkour, ou fazia. Desde que cheguei à CHERUB ainda não treinei.
-Devias voltar a fazer, talvez até possamos treinar juntos, um dia destes.
Edward ficou feliz com a proposta do companheiro.
-Já tinha ouvido dizerem que havia um rapaz que fazia Parkour no Campus, devo presumir que esse és tu. Quando é que começas-te?
-Comecei a fazer à alguns anos ... Não me lembro bem como. - Luke pensou durante um bocado. - Lá perto do bairro estavam sempre outros rapazes mais velhos a fazer e eu achei que podia ser fixe e comecei a praticar com eles. Então e tu?
-De forma parecida- Ed pisou um pedaço de vidro partido, fazendo-se ouvir um estalido agudo. -Ouve uma jam de parkour perto da minha casa e uns amigos meus convenceram-me a ir ver. Comecei a praticar no mesmo dia com um amigo meu que já sabia umas cenas.
A conversa dos dois praticantes de parkour continuou durante algum tempo e acabou por divagar para outros assuntos à media que o sol ia subindo e ambos chegavam a um espaço mais comercial, onde as lojas estavam ao nível do chão com apartamentos por cima formando edifícios estreitos e altos. Maioritariamente eram lojas com artigos de desporto, roupas e ténis de marca, mas também existia uma esplanada e algumas mercearias com bancas do lado de fora nos passeios que fez com que os estômagos dos agentes começassem a roncar.

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Re: [Missão] Assassinos à Solta

Mensagem  Luke Heavens em Ter 07 Ago 2012, 17:31

A esplanada tinha pouca gente e Luke propôs comerem uma sandes ou algo parecido e depois irem ver a escola e a casa do seu "alvo". Sentaram-se os dois nas cadeiras de plástico da coca-cola e Luke apoiou-se na pequena mesa de metal e discutiram o que podiam pedir. Um empregado com cabelo negro e olhos castanhos perguntou-lhes o que queriam e os querubins pediram uma sandes de frango e uma sandes mista. Estavam bastante boas mas pagaram assim que o empregado as trouxe e partiram em direção ao colégio enquanto as comiam.
Demoraram cerca de cinco minutos a chegar ao seu destino e estavam a falar de jogos de computador quando avistaram o colégio. Cercado por uma vedação verde, tinha vários pavilhões e a cor dominante era verde e branco. Tinha muitas janelas e vários bancos de madeira espalhados pelo exterior, mas os dois agentes não se demoraram muito pelo colégio. Queriam explorar o local e descobrir onde era a casa de Anthony.
Já tinham acabado de comer as sandes e ficaram a conversar junto a uma mercearia com várias frutas ao ar livre. A casa do alvo ficava ao fim da rua e Luke e Edward pensaram num plano para chamarem atenção sobre si. Tinham dicidido que iam descobrir o horário de Anthony e saber quando ele estaria em casa ou quando passava por que ruas. Assim podiam armar confusão e roubar alguma coisa ou lutar contra uns miúdos mais velhos que pareciam dominar aquela parte do bairro. Podiam mostrar as suas "habilidades" e ver se ele se interessava. Acharam que haviam mais probabilidades de Anthony estar em casa a uma hora mais tardia e quiseram e elaboraram uma espécie de plano para fazer cair as atenções sobre si, mas ainda era uma hora da tarde e tinham que esperar até por volta das nove e portanto foram-se apresentar à casa de acolhimento. Damian não estava lá e Luke e Edward ficaram no mesmo quarto. A sua roupa era propositadamente velha e em pouca quantidade. Queriam dar a impressão de serem pobres por isso não tinham dinheiro para roupa. A casa de acolhimento disponibilizava cinco euros a cada um por semana e os agentes preferiram guardá-lo nos bolsos, os miúdos da casa de acolhimento podiam entrar no quarto e roubar-lhes o dinheiro e assim sempre ficava mais seguro.
Passaram o resto do dia a andar pelas ruas e a conhecer melhor o bairro, mas não tinham ainda visto o seu "alvo". Esperaram que fossem oito e meia. A mercearia com a exposição de fruta estava a começar a fechar e os querubins entraram em ação. Correram em direção à banca com maçãs e cado um tirou uma. O dono da mercearia era bastante novo e parecia ser bastante forte. Os rapazes correram pela rua com o homem atrás de si. A rua ainda estava bastante movimentada e as pessoas ou se afastavam dos agentes, ou tentavam correr atrás deles e apanhá-los. Parecia que todos se conheciam naquele bairro. Ainda bem que temos os capuzes! pensou Luke. Caso contrário podiam ser reconhecidos e da próxima vez que lá fossem podiam passar um mau bocado. Sabiam que não era possível reconhecê-los no escuro e com capuzes mas duvidavam que Anthony estivesse presente e assim ele apenas ouviria falar de dois adolescentes que roubaram uma maçã e fugiram espetacularmente a uma multidão furiosa. No entanto, ainda estavam a correr pela rua e apenas conseguiam desviar-se de tentativas de agarramento de homens e até mulheres. Estavam a correr de encontro a uma edificação com cerca de três metros de altura. Subiram lá para cima o mais rápido que conseguiram e viraram à direita, saltando para o cimo de outra edificação mais alta mas que estava bastante perto e por isso não tiveram muitos problemas. Já tinham estudado aquele local e as edificações eram todas relativamente baixas. Saltaram de edifício em edifício bastante facilmente mas o dono da mercearia também tinha tentado subir e estava a avançar lentamente na direcção dos querubins. À frente de Luke estava um edificio com cerca de um metro e meio mais alto que Luke e estava a um distância de outro metro e meio. Ambos os querubins olharam um para o outro e começaram a correr mais rápido. Saltaram da borda do edifício e puxaram as pernas para a frente, que acertaram primeiro na parede e logo depois esticaram os braços e agarraram a borda do edifício. Subiram lá para cima e continuaram a correr. O homem já não os seguia. Luke sorriu para Edward e deu uma trinca na maçã.
- Esta maçã sabe muito melhor que todas as outras.

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Re: [Missão] Assassinos à Solta

Mensagem  Edward Keys em Qui 18 Out 2012, 14:43

Tinham passado alguns dias desde o pequeno furto de maças e os dois querubins já conheciam os horários do seu alvo quase na totalidade e pensaram que seria boa ideia tentar ganhar mais alguma atenção para si mesmos. Tiveram a ideia de se meterem com alguns do miúdos problemáticos que andavam a assustar e a assaltarem pessoas perto do trajecto do seu alvo, se os querubins os conseguissem atrair e começar uma luta podiam fazer com que o professor se interessa-se por eles e procura-se saber quem eram, dando assim uma evolução na missão.
Quando o sol se pôs e começou a escurecer os querubins vestiram calças de fato treino junto com uns ténis e uma t-shirt e saíram da casa de acolhimento dirigindo-se até ao local onde iniciariam o seu plano.

Chegaram a um extenso jardim com algumas árvores e bancos espalhados pela relva verde e bem tratada, também era visível uma grande fonte no centro junto com uns bancos de pedra à volta. O jardim estava rodeado por prédios, tendo um parque de estacionamento de uma lado e um café com mesas de matraquilhos que era bastante popular na zona. Os dois sentaram-se num dos bancos de jardim ficando de frente para o café e com o parque de estacionamento à sua esquerda, onde esperavam ver o seu alvo chegar durante o momento de acção que iria decorrer. Passaram alguns minutos até os agentes verem um grupo de cinco adolescentes chegarem ao café e dirigirem-se às mesas de matraquilhos. Como já lá estavam uns miúdos mais novos a jogar, assim que o grupo de cinco chegou à mesa empurrou-os para o lado e começaram a jogar sem se importarem minimamente com as suas vitimas que claramente tinham medo de os enfrentar e foram embora com a cabeça baixa.
Edward viu Luke a olhar para o relógio e depois ouviu a dizer que tinham cerca de 10 minutos antes de o professor chegar. Ambos sabiam que o professor vivia ali perto e que estacionava sempre o carro no parque de estacionamento do jardim e que o professor chegava sempre por volta da mesma hora, que seria daí a 10 minutos.
Os querubins esperaram cerca de alguns minutos, 4 na totalidade, segundo Luke, e decidiram que estava na oura de se meterem com o grupo de adolescentes.
Edward dobrou-se no banco do jardim e pegou em 3 pedras com cerca de 2 cm de diâmetro.
-Tás preparado Luke?
Luke mostrou-lhe um sorriso e acenou com a cabeça.
Ed puxou o braço atrás e atirou uma das pedras, havia uma distância de cerca de 15 metros entre Edward e o seu alvo, a pedra vou em arco parecendo ir em câmara lenta enquanto ele próprio espera acertar em alguém. Concretizando o seu desejo a pedra acertou nas costas, entre os omoplatas dum rapaz que estava de costas para os agentes, a jogar matraquilhos. Felizmente ele fazia parte do grupo de rapazes que Ed e Luke planeavam "incomodar".
O rapaz em que Ed acertou deu um grito meio amaricado, na sua opinião, e levou as mãos às costas enquanto os seus companheiros tentavam perceber o que tinha acontecido. Quando se virou para trás Luke já estava em pé a gritar bocas.
-Não jogas nada, seu azelha.
O rapaz e o seu grupo ficou espantando por ver alguém a insultá-lo, mas começou a andar até Luke ao seu segundo insulto.
-Oh, Fernando!Até a minha avó joga melhor que tu.
Edward levantou-se e atirou outra pedra e aproveitou para acrescentar:
-E ela é maneta!
O rapaz já estava a dois passos de Luke quando Edward avançou mais para a frente e atirou uma pedra contra os amigos dele. A pedra ressaltou no chão e bateu inofensivamente nos ténis de alguém.
O rapaz que parecia ser o líder parou à frente de Luke com apenas 2 cm entre as suas cabeças.
Entretanto um outro rapaz com o cabelo todo rapado agarrou ombro de Ed pela t-shirt e empurrou-o contra uma árvore ali perto. Os outro membros do grupo ficaram a ver e a rir-se esperando ver os dois querubins a serem espancados.
O grupo de mafiosos era constituído por seis rapazes todos convencidos e cheios de confiança e o líder parecia ainda mais estupidamente convencido que os outros.
-Queres levar porrada puto?-sussurrou ele ao ouvido de Luke.
Luke deu uma gargalhada antes de dar um passo para trás e fazer um som parecido ao de vomitar.
-Preferia levar um enxerto de porrada a cheirar esse bafo outra vez.Que nojo!
Edward começou-se a rir da piada e o mauzão que o tinha empurrado contra a árvore voltou a empurrá-lo desta vez com as duas mãos, uma em cada ombro. Com aquele gesto o rufia não viu o que Ed viu pelo canto do olho. Luke tinha acabado de desferir um soco na barriga do rúfia, que se encolheu agarrado à barriga e no exacto momento em que o fez, Luke acertou-lhe com uma violenta joelhada no nariz, que o fez cair ao chão agarrado à cara com o nariz provavelmente partido. Edward levantou os seus braços e empurrou os do rufia nos antebraços de dentro para fora, tirando-lhe o apoio e fazendo-o cair para frente. Edward empurrou-o para trás pelos ombros fazendo-o desequilibrar-se, de seguida deu um passo para a frente e com o braço esticado fez um movimento rotativo com o mesmo fazendo com que o seu punho acerta-se de lado no pescoço do adversário à medida que rodava a sua anca para aumentar a velocidade do seu movimento.
Edward recuou para trás até ficar ao lado de Luke, à frente deles havia quatro adolescentes cerca de dois ou três anos mais velhos que os dois querubins e não pareciam contentes.
Dois eles avançaram contra Edward e outros dois contra Luke.
Os dois rúfias ficaram a andar à volta de Edward, prontos a atacar. Um deles deu um passo para a frente e tentou acertar com um soco no rosto do querubim, que se desviou para o lado direito do seu adversário e agarrou no braço deste quando passou à sua frente. Rodou o pulso do rufia e dobrou-lhe o braço atrás das costas enquanto lhe agarrava o ombro oposto e o virava para o outro rufia que estava agora a olhar para Edward como se analisa-se a situação. Edward puxou com força o braço do seu "refém", que gritou com a dor. Edward empurrou-o para a frente e pregou-lhe uma rasteira, fazendo-o aterrar de nariz no chão. Mal o largou, correu contra o seu outro adversário e deu-lhe um soco na cara, usando a anca para ganhar balanço. Ele ficou meio atarantado mas andou para trás e ficou a olhar atentamente para Edward, que bateu com o pé no chão. O rufia pregou um salto e ergueu as mãos como que a se proteger.
- Que mariquinhas. - disse Edward entre risos.
O seu oponente pareceu não gostar nada da observação do querubim e tentou acertar-lhe com um soco na cara. Edward já estava à espera. desviou-se para o lado e desferiu uma joelhada no estômago do rufia, que se dobrou para a frente. Logo depois Edward deu-lhe uma cotovelada nas costas que o fez gritar de dor e no momento seguinte pregou-lhe uma rasteira que o fez cair de cara no chão. Três adolescentes estavam no chão e um deles fazia tensão de se levantar enquanto os outros se contorciam no chão.
Enquanto isso acontecia, Luke tinha estado a lutar contra os outros rufiões. Assim que o primeiro tinha chegado perto o suficiente, o querubim tinha desferido um pontapé Miro Tchagui no seu adversário, acertando-lhe com a sola do sapato no tórax e fazendo-o cambalear para trás. Antes que pudesse acontecer qualquer outra coisa, Luke correu contra ele e saltou no ar, enterrado a ponta do téni no maxilar do rufia, que soltou um grito de dor e se atirou para o chão agarrado à garganta. Entretanto o outro adolescente tinha ficado a olhar especado e quando Luke se virou para ele, tentou golpear o querubim desesperadamente. Mas era demasiado lento e foi fácil para o agente se desviar e desferir um soco na zona mais fina do crânio do adversário, em cima do olho. O rufia caiu no chão inconsciente e quando olhou em volta, viu que Edward estava a tomar conta do último adolescente.
No lado oposto da rua, um grupo de idosos sentados num café tinha visto a luta entre os dois querubins e os seis adolescentes com cara de mau. Assim que a luta acabou, começaram a juntar-se na área para ver Edward e Luke, que já tinham começado a subir para o cimo de um edifício.
Anthony Summers estava entre os cidadãos que se tinham juntado depois da luta. Tinha acabado de chegar ao local, tal como os querubins tinham planeado.
Já era de noite e os dois agentes chegaram tarde à casa de acolhimento. Já à bastante tempo que não sabiam de Damian e não sabiam o que podiam esperar nas próximas semanas.

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Re: [Missão] Assassinos à Solta

Mensagem  Dabila Nami em Qui 18 Out 2012, 17:58

NÃO SABEM POR FALAS??? T_T TENHAM PIADADE DE MIM! JÁ TENHO MEDO DE LER ISSO!!!!

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Re: [Missão] Assassinos à Solta

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