O passado de Dabila

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O passado de Dabila

Mensagem  Dabila Nami em Dom 15 Abr 2012, 17:26

Dabila com três anos andava por casa a mexer em tudo, principalmente no teclado do computador do pai. Muitas vezes ficava no quarto do irmão Jason a brincar com ele ou sozinha, também dormia muitas vezes com ele. Com 5 anos tinha uma professora particular para lhe ensinar a escrever, a ler e falar em 6 messes ja tinha aprendido muito e ela ja me andava a ensinar matemática, corpo humano e a língua espanhola e inglesa. Aos 6 anos entro na escola tendo ja muitos conhecimentos, fez vários amigos em que os 3 mais importantes chamavam-se Brianna, Sarah e Ryan.

Brianna era uma rapariga de cabelos loiros ondulado que chegavam aos ombros e tinha olhos de cor verde, ela chamava muito atenção era clama e preocupava-se com os amigos, ela tinha perdido o seu irmão num acidente de barco numa viagem para irem ao Brasil. Sarah tinha o cabelo castanho encaracolado que chegava um pouco mais que os ombros seus olhos eram castanho esverdeados era clama mas gostava muito de fazer rir as pessoas, ela vivia com os avós pois seus pais a abandonaram. Ryah tinha cabelo preto curto, olhos verdes e tinha a pele morena era um rapaz muito brincalhão, bom amigo, corajoso e muito curioso, ele vivia com o pai e com a madrasta, sua mãe tinha se suicidado pelo menos era isso que a policia dizia mas ele não pensava assim.

*****

Eles andavam na mesma turma que Dabila e começaram se a falar nas traseiras da escola todos estavam a ir para la para tarem um pouco sozinhos. Dabila foi a primeira a se sentar numa pedra e a ouvir musica, Sarah foi a segunda a chegar e disse:
- A desculpa não sabia que estava aqui alguém!
- Não faz mal senta-te, e melhor estar acompanhado do que sozinho. Sou a Naomi Dabila.
- Tens razão! Eu chamo-me Sarah Ahid.
- Prazer, o que te trás por aqui?
- Apanhar ar!
- Isso em qual quer lado apanha. - disse rindo - Ja agora como e que se apanha ar?
- Tu sabes o que eu quis dizer. - disse Sarah rindo
- Sim eu sei. Vamos nos divertir ou preferes desabafar?

Ryah chegou na altura em que a Sarah ia responder e disse:
- Ah! Isto aqui é mais concorrido do que pensei. Sou o Ryah Merten.
- Sou a Sarah Ahid e esta aqui é a Naomi Dabila, é um prazer conhecer-te.
- Eu vou-me embora vocês parecem-se conhecer muito bem!
- Não precisas fica, vamos ser amigos! - Disse Dabila agarrando no braço e trazendo para se sentar numa pedra.
- Ok! - respondeu ele.

Falamos do que gostávamos e não gostávamos, do tipo de pessoas que adorávamos e do tipo de pessoas que detestávamos mas principalmente falamos de brinquedos, jogos, desenhos animados. Passado um tempo quando estavam a rir muito apareceu Brianna que disse:
- Vocês estão-se a esconder do resto da turma?
- Nem por isso! - disse Sarah
- Estamos mais no diverti-nos - Disse Dabila
- Deu para ver ouve-se os vossos riso no outro lado da escola! - Disse Brianna
- Estas a exagerar - disse Ryah - Eu sou o Ryah Mertan, esta é a Sarah Anid e esta aqui é a Naomi Dabila.
- Eu chamo-me Brianna Valim, é um prazer conhece-los.

Continuamos a falar e depois fomos para as aulas. Em 3 messes eram inseparáveis faziam todo juntos e com o passar do tempo Brianna começou a sentir um grande amor por Ryah ao mesmo tempo que Sarah sentia o mesmo.


Última edição por Dabila Nami em Seg 05 Nov 2012, 01:48, editado 1 vez(es)

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Re: O passado de Dabila

Mensagem  Dabila Nami em Seg 05 Nov 2012, 01:45

O pai de Dabila era bastante rico trabalhava como General de Exército e só vinha de x em x tempo a casa. Sempre que o pai dela aparecia passava metade do tempo em reuniões ou a trabalhar, muitas das vezes parecia que ele se esquecia que ela existia mas havia sempre uma parte do tempo que era completamente dedicado só para ela. O Pai dela era muito exigente e muitas das vezes repreendia-a por ter algum resposta errada por mais simples que fosse. Dabila sempre acha que seu pai a culpava pela morte da mãe, já que esta tinha morrido dando-lhe a luz. O pai dedicava menos tempo ao filho mais velho mas mesmo assim prestava alguma atenção nele e via-se que ele se preocupava com o seu filho.

A casa dela era uma Mansão, uma vida de luxos como muita gente dizia e pensava mas isso não era assim tão verdade. Dabila tinha que saber fazer todo 100% bem, mesmo sendo muito pequena, a Mansão dela não passava mais de que um campo de batalha. Antigamente esta Mansão tinha sido um dos campos de treino mais prestigiados para os soldados aprenderem tudo o que tinha de saber. Era uma casa onde escondia muitos segredos, tinha muitos labirintos, muitas armadilhas e havia zonas proibidas para serem exploradas. Dabila tinha sido sempre uma menina que gostava de explorar, por isso muitos dos lugar secretos tinha sido encontrados. Com a idade o pai cada vez era mais exigente, dando-lhe castigos que a prendiam em casa, fazendo com que ela sempre escapa-se sem que ninguém soubesse para ir ter com os amigos e apanhar ar, outras vezes simplesmente ficava com o irmão que a reconfortava e a ensinava.

Um dia numa festa de pijama com os seus amigos encontrou algo inesperado. Um simples papel com revelações incríveis e completamente assustadoras, mas antes disso ouve o convite para a festa e a festa em si.

*****

Eu tinha passado horas a tentar convencer o meu irmão de dar uma festa de pijama em nossa casa, outra vez.

- Naomi, já é a 5 vez em um mês! – Disse Jason – Voces não podem estar sempre a fazer uma festa de pijama por tudo e por nada!
- Anda la maninho... Temos que celebra que o regresso do Oliver ao campo. – Disse animada enquanto corria a volta de Jason.
- Ele só estava ferido era óbvio que ia-se recuperar! – Comentou Jason
- Como sabes? Ele podia ter-se aleijado para sempre! – Protestei. – E seria o fim do mundo se isso acontece-se! Ele é um grande jogador.
- Podes fazer a festa! – Cedeu finalmente Jason ao fim de 4 horas a massacra-lo – Mas se o pai vier não velhas a mim!
- Ele só deve vir para a semana! – Disse deitando a língua de fora e saltitando para fora do armazém.


No dia seguinte fui ter ao lugar de sempre com os meus amigos e disse:7
- Podemos procurar mais segredos na minha casa – Disse com um sorriso.
- Convenceste o teu irmão? – Perguntou Sarah sem poder acreditar.
- Ainda não sei porque ficas tão admirada – Disse Brianna.
- Quantas horas desta vez? – Perguntou Ryan.
- 4 Horas. – Disse rindo e fazendo com as mãos um V de vitória – Novo recorde.
- Ele está a começar a ceder mais rapidamente! – Comentou Brianna.
- Qual foi a desculpa que deste desta vez? – Perguntou Sarah.
- Disse que íamos celebra o regresso de Oliver ao jogos. – Respondi.
- Mas isso não aconteceu a semana passada? – Perguntou Brianna pensativamente.
- Não viste os dois últimos episódios, pois não? – Perguntou Ryan.
- Não adormeci e não consegui ver – Respondeu Tristemente Brianna. – Ele ganhou?
- Sim! – Respondei Sarah contente.
- Então vão ter a minha casa amanha a noite? – Perguntei.
- Sim. – Responderam todos.

Na noite seguinte chegarem por volta das 6 horas a minha casa e fomos brincar para o jardim, no qual jogamos a apanhada. Passado algumas horas fomos ver os nossos desenhos animados favoritos e como sempre fazendo Ryan ver os desenhos animados para miúdas. De seguida jantamos e então fomos para o quarto, onde ficamos a falar durante um rato antes de começar a nossa investigação há casa. Havia muitos tipos de corredores e divisões escondidas, muitas das quais já tínhamos encontrado e até perdido nelas. Desde a vez que tínhamos-nos perdido começamos a fazer uma espécie de mapa para podermos voltar atrás, também deixávamos marcas por todo o lado. Nessa noite encontramos o caminho para um dos lugares proibidos da casa, o escritório do meu pai.

O escritório era repleto de livros, papeis e montes de tralha. Metade do escritório estava arrumado a outra metade era uma desarrumação total. Por pura curiosidade e porque o fruto proibido é o mais apetecido, entramos na divisão e começamos a ver o que havia. No princípio só brincávamos ou gozávamos com alguns dos objetos mais estranho que andavam por la espantados mas depois Ryan descobri-o um ficheiro debaixo de um monte de livros sobre pilotar aviões. Só demos importância ao ficheiro por duas razões primeiro porque dizia que era “Supre secreto/Não abrir” e segundo porque tinha o meu nome. Maior parte das coisas que dizia nos não entendíamos o que estava a dizer mas uma frase ficou na mente “Adoção aceite.”. Voltamos para o quarto, os meus amigos tentaram que eu falasse mas eu não disse uma única palavra. No dia seguinte os pais deles os foram buscar e eu simplesmente fiquei o resto do fim-de-semana trancada no quarto sem responder aos empregados ou mesmo ao meu irmão.

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Re: O passado de Dabila

Mensagem  Dabila Nami em Seg 05 Nov 2012, 02:57

O Irmão de Dabila sempre foi uma pessoa que ela respeitou e admirou muito. Ele era como fosse o seu ídolo, o seu herói dos contos mais terroríficos, o seu protetor, aquela pessoa que nunca a deixaria ficar mal mas acima de tudo era o seu irmão velho um exemplo a seguir. Ele sendo maior de idade ia muitas vezes as disco e tinha muitos amigos raros mas que ela gostava. Algumas vezes o seu irmão a levava aos bares ou encontros dos amigos, desde que prometesse que ia-se portar bem e fazer todo o que ele mandava. O irmão dela se importava muito com ela, como ela com ele. Os bares e as festas daquele tempo eram para o pessoal se divertir e não cair de bêbado. Os amigos dele raramente bebiam preferiam passar o tempo a engatar miúdas, a dançar ou a pregar alguma partida. O grupo sempre fazia uma aposta de quem seria o primeiro e engatar alguém ou a beijar alguém, maior parte das vezes ninguém ganhava mas todos se divertiam. Dabila gostava de tare entre aquele mais velhos mesmo que o seu irmão fosse muito protetor, coisa que não se importava.

Os amigos de Dabila tinham feito um grupo de filmagens e de investigação. Os professores concordaram achavam que isso ia abri-lhes novas oportunidades e que também se podiam divertir e aprender ao mesmo tempo. Ryan era o que adorava tudo o que tivesses a ver com filmagens, também era ele quem filmava e filmava quase tudo o que via, podia mesmo dizer que era raro não o ver com uma câmara de filmar tivesse a forma que tivesse. Brianna era a entrevistadora/atris, adorava fazer perguntas e de provar a reação das outras pessoas, ela sabia o que perguntar e como interpretar. Sarah era a escritora, a que fazia as noticias, adorava escrever e mostrar aos outros a sua verdade. Dabila era a investigadora, adorava pesquisar, conhecer e procurar a verdade, além disso tentava sempre encontrar algum mistério para resolver. Começaram a fazer um jornal para a escola, com 7 anos dando todo o timo de notícias como por exemplo: Os novos desenhos animados do verão ou a verdadeira história de como Ana se aleijou no trampolim. Muitas das notícias eram só uma brincadeira para animar ou outros, outros assuntos um pouco mais sérios. Quem tinha dado a ideia do jornal para a escola tinha sido a sua Diretora de Turma a dar, ela era uma boa pessoa e gostava de cada um dos alunos. O grupo por acaso tinha descoberto que ela tinha dado a filha a adoção, por ser nova de mais para poder cuidar dela e que se arrependia dessa decisão.

*****

Eu senti-me completamente desconhecida. As pessoas que estavam do outro lado de foram eram completos desconhecidos, eles nunca tinha sido do seu sangue da sua família, eram todos uns mentirosos. A pessoa a qual chamava de irmão não era mais que o mentiroso, que nunca fora nada além de um falso. Todas as palavras deles eram mentira, nunca tinha a amado, nunca tinha sido do seu sangue, a pessoa que pensava que era sua mãe nunca tinha-lhe dado a luz. O sargento rabugento não passava de um treinador obcecado, para construir uma arma, nunca nenhum deles tinha a amado era tudo mentira. Porque que nunca lhe contaram a verdade? Por ser uma criança! É por isso que mentiram? Porque os meus pais me abandonaram? Eles não me amavam? Eles nunca me quiseram? Porque o tinha feito? Porque meus pais não me queriam? Porque estas pessoas tinha-me adotado? Para me mentir? Porque mentiam para mim? Será que elas gostavam mesmo de mim? Porque fui abandonada? Porque eles sempre diziam que gostam de mim se é mentira? Porque eu nasci? Eles me odeiam? Eles me querem realmente? Porque estou aqui? Odeio! Odeio tanto! Mentiu-me! Como foi capas? Tudo... tudo isto não passa de uma mentira... nada disto não pé mais que um pesadelo! É isso isto é só um pesadelo! Vou acordar a qualquer momento! Então porque não acordo? Porque eles não param de bater na porta? Porque não me deixam em pás de uma vez por todas? Os odeio! Porque me adotaram?

Durante estes 2 dias passeios a perguntar-me, a questionar-me, a odiá-los, a odiar-me, tudo passou pela minha mente enquanto as lágrimas rolavam pela cara abaixo. Depois desses dois dias sai como se nada tivesse acontecido e voltei a minha vida como se nunca alguma vez soube-se ou tivesse lido aquele papel, aquela frase. Meu irmão perguntou-me o que tinha acontecido eu simplesmente disse que estava chateada com uma coisa, mas que já tinha passado. Os dias foram passando e eu voltava a rir e a falar como sempre, meus amigos perguntaram varias vezes se estava mesmo bem, eu simplesmente dizia que sim e que não queria falar no assunto. Alguns dias mais tarde soube que o meu pai adotivo voltaria a casa, tinha sido bom saber pois queria enfrentá-lo, perguntar directamente se era verdade e tinha o ficheiro comigo. Voltei ao escritório quando tinha decidido que ia enfrentá-lo, mas sabia que precisava de tudo o conhecimento do que estava escrito naquele ficheiro, por isso passei alguns dias na net para ver significados de algumas das palavras e entender o que estava escrito.

O dia tinha chegado, estava completamente nervosa, tremia por todo o lado enquanto o esperava nas escadas da frente da casa. As horas foram passando e ele não aparecia o que era bastante estranho, ele era completamente pontual nunca se atrasava nem por um segundo. Os nervos começaram a passara para preocupação até que chegou ao medo. Algo estava errado, algo estava muito errado. Eu o sentia, havia algo que me fazia temer pelo pior. Um mão pressentimento que me dizia que ele não ia voltar, mais que não podia voltar. Andava de um lado para o outro, sempre a olhar para o relógio e para o portão. Esperando que o relógio só tivesse mal e que o portão abrisse a qualquer momento. O medo aumentava e começava a entrar em pânico quando finalmente os portões abriram, mas não era o caro do pai que vinha era um carro da polícia. O que fazia ali um carro da polícia?

O caro foi-se aproximando lentamente como se tenta-se esconder algo muito tenebroso. Quando dei por ela o meu irmão esta atrás de mim com as mãos nos meus ombros a olhar para o carro, não o tinha sentindo até que o homem que saio do carro acenou para ele. O homem falou calmamente e explicou o que tinha acontecido com o meu pai, eu continuava sem poder acreditar. O meu irmão me abraçava e dizia que estava tudo bem, eu sentia as lágrimas mas não conseguia dizer nada. “O Meu pais esta morto... morto!”

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Re: O passado de Dabila

Mensagem  Dabila Nami em Ter 06 Nov 2012, 05:23

O funeral do pai da Dabila foi enorme, havia todo o tipo se soldados fardados todo o tipo de pessoas importantes, até policias se encontravam por nele. Era impressionante com uma única pessoa tinha tantas pessoas que o adoravam de alguma maneira. Claro, havia alguns que só estavam ali por mérito ou por ganharem o respeito dos outros, ou para dizer que tinha sentimentos, ou para provar que tem alguém importantes para eles, simplesmente muitos deles só estavam ali por próprio capricho mas em compensação estavam os mais importantes os verdadeiros amigos, os que tinha respeito, os que achavam e viam-no como o seu Herói. De todos as milhares de cabeças que estavam ali só 2 eram da Família do falecido. A Dabila e o seu irmão mais velho Jason. Eles odiaram maior parte das pessoas que estavam ali, muitos por não saberem o que sentiam e davam os seus pesemos sem saber o que isso realmente significava, outros por nem isso terem o senso de darem, outros pelas bocas idiotas que mandavam, outro por não terem respeito, outros por não saberem falar na frente, mas o que ele odiavam mais era sempre que tentavam dar um passo avia uma centenas de pessoas a darem-lhes os seus peçamos, fazendo com que eles não se esqueçam que ele já não se encontra lá. Eles não tinha nada contra ninguém até estavam agradecidos por não serem os únicas ali, e também estavam agradecidos por alguém se preocupar com eles, mas eles so queriam um tempo, um minuto, um segundo a sós para si mesmo para enfrentar o caixão que ai sendo levado aos poucos nas mãos de mais homens. O caixão para eles foi assustadoramente lento a ser enterrado em vez de minutos pareceram dias inteiros ali passados, recordado tudo o que podiam dele. O que os mordia por dentro e que a única coisa que podiam mandar para o enterro dele era terá e uma única flor, era as únicas coisas que ele tinha permitido mas também o que podiam mandar mais? Tudo o que tinha em casa... Mesmo que mandassem será que eles podiam mesmo recupera-lo? Ou retirar a perda e a dor que sentiam? Maior parte nem imaginava o que eles sentiam como lhe podiam negar qualquer coisa quando a pouca família que tinham ia-se desfazendo? O que eles ião fazer a partir de agora? Verdade Jason era maior de idade e de pois? Só por ser mais velho tinha que carregar com tudo o peso da responsabilidade que seu pai tinha de um dia para o outro? E ainda por cima com a dor que sentia! Pois nem eu sei e sou eu a autor deste texto.


Uma família nova entrou na escola e nas nossas terras, 2 rapazes e uma rapariga. Um dos rapazes tinha 18 anos, o outro tinha 12 anos e a rapariga tinha 17 anos. O rapaz mais velho era irmão do mais novo enquanto a rapariga era uma prima afastada. Eles viviam só com a mãe que ia trabalhar como cozinheira na casa de Dabila. O rapaz novo tinha olhos verdes claros, moreno, com um corpo bem desenvolvido e tinha cabelo preto, curto. Ele começou-se a dar com os amigos do meu irmão e com outra gente não muito amigável. O irmão mais velho começou-se a dar com o meu irmão e a rapariga começou a tentar seduzi-lo. Dabila não gostou muito de uma estanha se atirasse ao seu irmão por isso sempre que ela ia la a casa avia algumas partidas ou brincadeiras que ia acabar em cima dela. Dabila desde que o pai tinha morrido usava sempre o seu sexto sentido para resolver problema ou evitá-los, também o usava para jogar alguém. Eles nunca lhe falharam ela tinha vivido muito melhor desde que tinha usado essa “técnica”. Ela a primeira ver que viu o irmão mais novo sobe que ele era diferente deles, soube que aquela família era diferente. Não sabia o porque mas sabia que era assim. Isso despertou uma curiosidade por alguma coisa que já não tinha desde a morte do pai.

*****

Eu o vi de relance e não podia acreditar, era a coisa mais linda que podia ter visto. Quem diria que existia coisa assim? Aproximei-me as escondidas não queria que ele me visse. Ele era tão fofo e lindo! Maravilhoso o queria, parecia bastante interessante. Quando mais me aproxima mais vinha o quanto lindo era. O queria era como amor a primeira vista! Quem diria que isso podia mesmo existir. Lo queria só para mim! Que lindo, que fofo, que querido. Era pequeno e lindo estava a brincar, parecia ainda mais giro brincado assim! Mesmo que tivesse sozinho.

- Olá gatinho – Disse com um sorriso e dando a mão para que ele pode-se cheirar. – Este aqui abandonado? Os teus pais te abandonaram? Eu vou cuidar de ti. Vou-te chamar negro.

Coloquei o gato dentro da minha mala depois de o embrulhar com a toalha e continuei o caminho para a escola. Desde que o meu pai tinha morrido fazia o mesmo caminho a pé para a escola ou para qualquer lado, preferia andar a pé do que de carro. Ao princípio os chatos dos funcionários insistiam em me seguir como se pudesse morrer de esgotamento! Ve-se mesmo que eles não passavam o treinamento híper rígido o meu pai. Quando cheguei a escola estava a tocar para a entrada, sem presas comecei a entrar. Num momento estava a olhar para a minha mala a confirmar se o gatinho estava bem, no momento seguinte estava com a cara esborrachada no chão e com alguém em cima de mim.

- Desculpa! Não te vi... – Disse o rapaz que tinha caído em cima de mim.
- Porque? Não tens olhos na cara? – Perguntei furiosa e com ferimentos na cara.
- Porque eu não costumo ver raparigas feias e pequeninas. – Respondeu atirando-me a língua e se afastando a correr.
- IDIOTA! QUANDO FAZES ALGUMA COISA DE MAL, LEVAS ESSA PESSOA AO HOSPITAL PARA TER A CERTEZA QUE ESTA BEM! ESTUPIDO. – Gritei ainda mais furiosa – Vais mas pagar idiota sem escrúpulos.
- Dabila estas bem? – Perguntou Ryan que tinha visto tudo.
- Sim, são só uns aranhões. – Respondi enquanto colocava a mão na cara.
- Adora a maneira como conheces rapazes giros! – Comentou Brianna que também tinha visto tudo bem de perto.
- E como vou dar cabo deles também vais adorar! – Prometi.
- Quero ver quem vai ser a pessoa que vais matar desta vez! – Disse Sarah com um sorriso.

Com o segundo toque não dissemos mais nada e apresámos-nos a ir para dentro. A professora ainda dando cabo da escola quando viu os aranhões que tinha na cara, a reação que ela teve era como se eu tivesse a morrer. Por muito pouco que não chamou uma ambulância, adorava a minha professora. As aulas correram normalmente, se tirarmos a parte em que o gato armou uma confusão total na sala de aula e como sempre alguém tinha que ficar a limpar as salas de aula no fim das aulas acabarem. Desta ver tinha de me calhar a mim, estava a limpar muito bem quando vi o idiota chapado a varrer debaixo da janela de minha sala. O cromo que tinha-me mandado ao chão estava a minha mercê. Sem pensar duas vezes fui buscar um balde de agua fria e...
- EI! – Gritou o rapaz completamente molhado.
- Desculpa! Não te vi... – Disse olhando para ele e acenando.
- Tu!
- Eu?
- Fizeste de prepósito. – Grito o rapaz.
- Queres que chame o 112? – Perguntei com um sorriso – Se calhar estás afogado?
- Não! E não gozes piranha. – Ralho ele.
- Eu não estou a gozar! – Disse com sinceridade - Estou a falar muito a serio! Pareces com falta de ar! Espera, desculpa é com falta de miolos! OTARIO!
- Não me chames otario! – Disse ainda mais zangado - Prava.
- Posso ser parva mas pelo menos tenho juízo! – Disse Atirando-lhe a língua – Idiota.

Sai da janela antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa e fui arrumar o balde. Então voltei para casa com um sorriso de orelha a orelha.


Última edição por Dabila Nami em Sex 31 Maio 2013, 02:39, editado 1 vez(es)

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Re: O passado de Dabila

Mensagem  Dabila Nami em Qua 07 Nov 2012, 01:27

Os tempos mudam e para variar as pessoas também. O que mais toca não é que elas mudem mas assim que elas mudem para pior. As vezes sem mesmo te aperceberes, as vezes mesmo ao teu lado e tu continuas a olhar para elas sem veres o quando mudaram não só fisicamente como também mentalmente. Outras vezes e como se tivessem a gritar para ti a dizerem indiretamente que precisam de ajuda mas tu não vez, tu não ligas, tu nem imaginas que isso esta a acontecer mesmo a frente do teu nariz. Outras vez tu notas mas quem não quer ver são as próprias pessoas que tentam a mudar este é o caso do Irmão de Dabila. Que desde que o pai dele morreu começou a meter-se por maus caminhos, ter amigos errados e entrar onde não deveria entrar. Dabila não se apercebeu logo porque ao principio ele ainda a leva a ir ter com os amigos que ela gostava, mas de repente começou a chegar a casa as tantas da manha e a sair sem dizer nada e muitas vezes sem data de regresso. Dabila perguntou o que ele andava a fazer e ele simplesmente respondia “ir ter com uns amigos” ou “trabalho” quando ela perguntava qual era o emprego ele simplesmente dizia “És muito pequena para saberes o que é”. Dabila não sabia o que fazer sentia-se impune, por mais que tentasse chama-lo a razão, por mais que pedisse ajudas ao funcionários, por mais que tentasse e esfolasse a tentar ele simplesmente não ouvia ou então ignorava. Quando Dabila já não sabia o que fazer e estava preste a desistir, a nova família chegou a cidade e fez com que o seu irmão passasse mais tempo em casa. Ela esta grata mesmo que não gostasse muito de o seu irmão andar a dar mais atenção a rapariga do que a ela.

O destino as vezes prega com cada partida que as vezes nos faz odiá-lo. As partidas dele tanto podem ser boas como más para um futuro próximo. Mas o destino não passa de decisões feitas no passado e no próprio presente, não só nossas mas também dos outros. Neste caso em especifico é sobre Dabila e o rapaz que odeia. Toda a gente da escola deles sabia que eles não podiam estar juntos ou próximos um do outro, pois acabava sempre em lutas. Lutas de comida, de bebida, com as vassouras sem elas. Eles num momento podiam estas a dar a maior gargalhadas da vida com os amigos como no outro estarem aos tiros um com o outro. Todos os presentes pensavam que era só ódio que eles sentiam um por o outro mas não era. No principiou era ódio sem duvida mas depois começou a ser mais uma competição até que chegou a pura diversão e a verdadeira amizade. Muitos professores acham que a única solução era separá-los mas o diretor da escola não pensava assim nem as suas D.T. ambos achavam que a única solução era junta-los, mais e mais até que eles entendessem que realmente gostavam um do outro. Então as D.T. juntamente com o Direto decidiram que deviam colo calos em castigos juntos, nas mesmas ativadas e etc.

*****

Não podia acreditar! Não queria acreditar! Como era possível? Aquele idiota tinha que estar na minha equipá de filmagens com os meus amigos. Tinha tentado dizer o quanto aquela decisão podia prejudicar o grupo. Mas ouviram? Não! Claro que não sou só uma criancinha para eles. E agora aquele idiota estava sentado a minha frente porque estávamos de castigo, juntos, outra vez! Ele é que tinha começado a luta de lama... Eu só estava a passar por ali. Quando dei por mim tava no meio da guerra contra ele, e então depois puf... Estou aqui enfiada com ele de castigo. O que me valia é que as horas passavam rápido, mas desta vez eram lentas.

Os dias foram passando e ele continuava no meu clube mas pensando que não ele até era um rapaz porreiro, estava a começar a agradar-me com o passar do tempo. Ao fim de alguns meses já começava a ir a casa dele e ele a minha, muitas das vezes mais por causa dos nossos irmãos mas tínhamos a prendido que possuíamos gostos parecidos. Com o tempo começamos a ajudar um ao outro a descobrir qual era o trabalho do meu mano, e onde ele ia com os seus amigos. Para grande horror meu o meu irmão andava a vender droga e trabalhava para um dos grandes condutores de droga do distrito. O pior era que meu irmão estava a ir por esses caminhos e começara a juntar-se a um grupo para assaltar lojas.

Desde que tinha descoberto aquilo que tentava abrir os olhos ao meu ir mão mas não avia nada que o fizesse abrir os olhos, ou assim pensava eu. Um dia não muito longe de uma grande discussão que tivera com ele, uma das salas explodiu. Por acaso estavam todos os alunos fora das salas de aulas pois havia um invento no pinhal. A sala que tinha arrebentado era a que eu ia ter aulas. A policia tinha determinado que tinha sido um acidente, uns químicos que tinha ficado fora muito tempo e que explodiram pelo calor que fazia. Eu tinha a sensação que isso não era verdade e essa sensação aumento quando cheguei a casa e vi o meu irmão, tinha sido os novos “amigos” dele tinha feito explodir a sala de propósito para matar. O que eles não esperavam é que o invento tivesse sido mudado precisamente para aquele dia. O Meu irmão ficou comigo o resto do dia e dormiu agarrado a mim.

No dia seguinte estava sentada nas rochas onde tinha conhecidos os meus melhores amigos pela primeira vez, estava la a chorar. Quando o idiota apareceu e consolou-me entre seus braços.

- Não chores. – Disse o idiota – Devias tare a celebrar!
- Porque deveria celebrar? – Perguntei tirando as lágrimas dos olhos.
- Porque tens muita sorte e uma vida saudável. – Respondeu ele com um sorriso. – Espera, esquece, deves mesmo estar a chorar.
- Porque?
- Porque não te conseguiste livrar de mim.
- Não devia ser ao contrário? – Perguntei sorrindo.
- Tens razão! Que se lixe.
- És um idiota!
- Desculpa mas nenhum idiota faria isto – Disse ele colocando uma mão na minha cara e pintando-me.
- O que me fizeste?
- Toma – Disse ele dando-me um espelho e fugindo.
- IDIOTA! VAIS MAS PAGAR! – Gritei correndo atrás dele com o espelho na mão.

Depois de uma valente corrida consegui apanha-lo e enchi-o de areia enquanto ele enchei-me de sorrisos.

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Re: O passado de Dabila

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